Fisioterapia pélvica
Dor na relação sexual: dispareunia, vaginismo e como a fisioterapia pélvica atua

Sentir dor durante a relação sexual é mais frequente do que se fala, e não precisa ser vivido com silêncio ou culpa. O primeiro passo é entender que existem causas e caminhos de cuidado.
Dispareunia e vaginismo: qual a diferença
Dispareunia é o termo para dor genital associada à relação sexual. Vaginismo é uma contração involuntária dos músculos ao redor da vagina que dificulta ou impede a penetração. Os dois quadros têm causas físicas, hormonais e emocionais que podem se combinar.
O que pode contribuir
- Tensão excessiva da musculatura do assoalho pélvico.
- Alterações hormonais, como no pós-parto, na amamentação e na menopausa.
- Cicatrizes, infecções ou outras condições ginecológicas.
- Medo, ansiedade e experiências anteriores de dor.
Cuidado multiprofissional
Como as causas são variadas, o cuidado costuma envolver ginecologista e, quando indicado, psicólogo ou terapeuta sexual, além do fisioterapeuta pélvico. A fisioterapia trabalha consciência corporal, relaxamento e controle da musculatura, sempre no ritmo e com o consentimento da paciente.
Quando procurar ajuda
Se a dor é recorrente, se você evita relações por medo de sentir dor ou se ela começou após o parto ou uma cirurgia, procure avaliação.
Perguntas frequentes
A avaliação envolve exame interno?
A avaliação é explicada antes, e você decide o que fazer e quando parar. A fisioterapeuta respeita seus limites.
Dor na relação sexual tem cura?
Depende da causa. Muitos casos melhoram com acompanhamento adequado, mas resultados variam e não podem ser garantidos.
Este texto é informativo e não substitui consulta com profissional de saúde.
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